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Aprendi com o silêncio das pedras
a ter uma solidão fria,
recatada e prolífera
como a seiva das plantas
Tive a alma aprisionada,
mas estou liberta o bastante
para inundar os mares
tal um risco de luz efêmero
Senti a dor se transformando em poesia
e a sabedoria repousar
na simplicidade que alarga a vida
Munida de cores celestes,
serei a lágrima no orvalho da noite
banhando minha alma seca
e consagrando-a em um verde sol
Conceição Bentes
01/11/09
Belas poesias... Lindo desabrochar de sentimentos.
ResponderExcluirUm prazer conhecer o espaço e poder ler seus olhares.
Sds.
Passando por aqui tive a oportunidade de ler seus textos, são lindos e inspiradores.
ResponderExcluirAdorei conhecer seu espaço.
Parabéns.
Um forte abraço
Seus poemas ñ esconde a pureza dos seus sentimentos...
ResponderExcluirUm beijo grande